
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
BATOM SOBRE RODAS

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
CAIXA DE MÚSICA 101/TELINHA QUENTE 89

Roberto Rillo bíscaro
A
implacabilidade e celeridade temporais fazem das Spice Girls objetos
paleolíticos pros atuais pré-adolescentes, fatia importante do público do grupo
em seu auge noventista. Imagine então um girl
group, cujo pico da trajetória se deu nos anos 1940. As Andrews Sisters eram
obsoletas 25 anos antes d’eu nascer (24/01/1967).
Mesmo assim, conhecia – e aprecio - alguma coisinha
daquelas três meninas afinadíssimas, que cantavam em uníssono e se vestiam com
uniformes militares – pelo menos, nas imagens e fotos que compõem meu
repertório mnemônico delas. Pra conhecê-las, adorei achar no You Tube Andrews Sisters, Queens of the Music
Machines, documentário da BBC.
Confirmaram-se meinhas lembranças
de roupas marciais: as 3 irmãs foram estrondosamente famosas no período da
Segunda Guerra e pouco antes e depois. Venderam milhões de álbuns, estrelaram
filmes de Hollywood e foram rainhas incontestes da época das jukeboxes.
Tanto êxito foi fruto de muito ensaio, muita estrada e
bons produtores e relações públicas, além do diferencial musical que as meninas
estabeleceram: suas canções, a partir dos anos finais dos 30’s, eram bem mais
dançáveis, leves e suingadas do que a competição. As Andrews Sisters, de certa
forma, abriram caminho pra música pop de meninas como Supremes et ali. O documentário
também reconhece a influência de LaVeme, Maxeme e Patty (falecida em janeiro)
em Christina Aguilerra e nas retrôs Puppini Sisters.
Irmãzinhas quase siamesas da América durante a guerra
contra os nazifascistas, as Andrews Sisters guardavam poderosas faíscas internas,
que levaram a rusgas e distanciamentos na vida fora dos palcos.
Pra quem entende inglês, Andrews Sisters, Queens of the Music Machines revelará uma era
quase esquecida.
domingo, 8 de setembro de 2013
BLOG DA SUPERAÇÃO
Prato repleto pra quem curte histórias de superação é blog Histórias Reais de Superação, com bastante material sobre esse tipo de narrativa. Mateus Grassi, administrador do blogue, aceita histórias pra publicação. Confira:
http://historiasreaisdesuperacao.blogspot.com.br/
http://historiasreaisdesuperacao.blogspot.com.br/
sábado, 7 de setembro de 2013
TRABALHO DE BIOLOGIA
Francine Soranso fez trabalho sobre albinismo e compartilhou-o no You Tube.
Boa, quanto mais material, melhor!
Boa, quanto mais material, melhor!
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
ELAS SÃO 1000!
O governo federal tem um programa de educação e inclusão social muito legal, chamado Mulheres Mil.
Os Institutos Federais em todo o território nacional oferecem cursos de capacitação pra mulherada, que podem variar desde artesanato até atividades ligadas à indústria da pesca; depende da realidade local.
O campus Biriguí, onde leciono, abriu três turmas este semestre, atendendo umas 100 alunas.
Segunda passada, terminei o módulo de Comunicação pra turma que faz o curso de culinária.
Uma turma muito atenciosa e ótima pra se trabalhar.
Quero só ver se não me chamarem pra provar os quitutes, quando o modo específico começar pra valer, heim meninas?
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
FAMÍLIA DO INCOERENTE
Em minha autobiografia Escolhi Ser Albino ressaltei a importância da aceitação e do apoio familiares em minha trajetória. Jamais me senti discriminado ou diminuído em todas as esferas de parentesco e isso ajudou muito na autoconfiança e na autoestima.
Semana passada estive no Paraná numa festa familiar e registrei parte desse povo maravilhoso, que ora compartilho com vocês leitores.
Sempre da esquerda pra direita:
Ulysses, Edson, Cidinho, Luis, eu, Wallace e Roelf. Todos primos, exceto o Tio Wallce.
Eu e o Gui, filho da prima Rose.
Primas Rejane e Balba
Bere, Tia Lélia e a Cris
Tia Célia, mamãe e prima Telma
Mama esperando o almoço!
Tio Organtino com 2 filhas, Rê e Fá.
Rose (irmã da Balba), Su (outra filha do tio Organto) e o casal tio Walllace e tia Célia.
Telma com o maridão Cidinho, que te
m sobrenome alemão, que finalmente aprendi a pronunciar!
Bere e o marido Ulysses
Tio Wallace
Desfilando atrás está a sempre fashion Fabiane!
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
SAÚDE É O QUE INTERESSA
Maurício Moraes
Às 5h30 da manhã o soldado que guarda as instalações militares
que servem como abrigo para os primeiros profissionais do programa Mais Médicos
acende a luz do quarto, anunciando mais um dia de treinamento.
Em São Paulo, mais de 50 deles se preparam para trabalhar no interior do país, em rincões
onde o atendimento básico é luxo.
Poucos quilômetros separam o quartel na zona sul de São Paulo da Escola Municipal da Saúde, onde há uma semana o grupo de destemidos profissionais tem aulas sobre o sistema de saúde brasileiro e noções de português.
"Acordamos cedo porque temos de enfrentar o trânsito", conta Thiago da Silva, 32 anos. Paulistano, há mais de uma década foi para a Argentina. Há poucas semanas voltou ao país, carregando um diploma de médico, um leve sotaque portenho e a expectativa de fazer diferença no SUS (Sistema Único de Saúde).
"Quero contribuir para o sistema de saúde do meu país. As expectativas são as melhores. Quero ajudar. Por isso resolvi vir", diz Silva.
Ele é um dos 1.778 inscritos na primeira fase do programa, que pagará R$ 10 mil aos profissionais que permanecerem pelo menos três anos em locais onde há carência de médicos. Ao todo, são cerca de 15 mil vagas.
Silva irá atuar em Francisco Morato, na periferia da Grande São Paulo. Até o momento, 282 estrangeiros (brasileiros com formação no exterior entram nessa conta) se inscreveram no programa, fora o contigente de 4 mil médicos cubanos que atuarão no país por meio de um convênio entre Brasília e Havana.
A vizinhança rica e os prédios envidraçados da Vila Olímpia, onde a escola se situa, destoam bastante da próxima parada destes profissionais.
Ignácio Ferreyra frequenta as aulas com uma jaqueta azul bordada com um "puma", animal símbolo da seleção argentina de rugbi.
Há três anos ele trocou Córdoba por Ilha Bela, no litoral de São Paulo. Nesse tempo, tentou revalidar o diploma, sem sucesso. No meio tempo, passou a dar aulas de rugbi, esporte anglo-saxão pouco conhecido aqui mas que faz sucesso no lado argentino da fronteira.
"Eu vi no Mais Médicos a grande oportunidade para fazer o que eu sei, que é ser médico. Todo mundo agora tem a expecativa de conhecer logo o posto de saúde onde vai trabalhar", diz. Questionado sobre a possível falta de infraestrutura, ele desconversa.
"Até agora, tudo o que nos prometeram tem acontecido", diz, elogiando a infraestrutura do curso.
Ferreyra vai para uma comunidade de Bertioga e não nega que seja um "sortudo" por trabalhar na praia.
"Eu também já estou acostumado com os caiçaras. Tenho certeza de que poderei fazer muita coisa", diz, em bom português.
Mas esta não é a primeira experiência internacional desta portuguesa nascida no antigo Congo Belga e que já clinicou em vários países, como Inglaterra e Holanda.
"Eu sempre quis viver no Brasil", conta, dizendo que era chamada de brasileira nos tempos da faculdade.
Kátia seguirá para Indaiatuba (SP) e diz que não nutre grandes expectativas. Sabe que a jornada será puxada e diz que está preparada.
"Pode ser que as tecnologias não sejam as mesmas, os protocolos não sejam os mesmos, mas gente doente e precisando de prevenção há por todo lado, é igual", diz.
Kátia se diz entusiasmada com a "oportunidade" e até o momento é só elogios ao programa, embora faça piada com o fato de ter lições de "português", parte integrande do curso preparatório aos estrangeiros.
A única grande crítica de Kátia e dos demais médicos é em relação ao episódio em que médicos brasileiros hostilizaram colegas cubanos durante treinamento em Fortaleza.
O projeto causou a ira das associações médicas em virtude da "importação" de profissionais e o episódio causou rebuliço nas redes sociais.
"Acho abominável", diz Kátia. "É uma grande falta de respeito". Mas a crítica logo se dissipa com mais elogios tecidos aos brasileiros.
Poucos quilômetros separam o quartel na zona sul de São Paulo da Escola Municipal da Saúde, onde há uma semana o grupo de destemidos profissionais tem aulas sobre o sistema de saúde brasileiro e noções de português.
"Acordamos cedo porque temos de enfrentar o trânsito", conta Thiago da Silva, 32 anos. Paulistano, há mais de uma década foi para a Argentina. Há poucas semanas voltou ao país, carregando um diploma de médico, um leve sotaque portenho e a expectativa de fazer diferença no SUS (Sistema Único de Saúde).
"Quero contribuir para o sistema de saúde do meu país. As expectativas são as melhores. Quero ajudar. Por isso resolvi vir", diz Silva.
Ele é um dos 1.778 inscritos na primeira fase do programa, que pagará R$ 10 mil aos profissionais que permanecerem pelo menos três anos em locais onde há carência de médicos. Ao todo, são cerca de 15 mil vagas.
Silva irá atuar em Francisco Morato, na periferia da Grande São Paulo. Até o momento, 282 estrangeiros (brasileiros com formação no exterior entram nessa conta) se inscreveram no programa, fora o contigente de 4 mil médicos cubanos que atuarão no país por meio de um convênio entre Brasília e Havana.
Oportunidade
As primeiras noções sobre como funciona o SUS e carga mais pesada sobre língua portuguesa são dadas em uma sala da Escola Municipal de Saúde, de São Paulo, uma das oito capitais onde os "estrangeiros" recebem treinamento por três semanas.A vizinhança rica e os prédios envidraçados da Vila Olímpia, onde a escola se situa, destoam bastante da próxima parada destes profissionais.
Ignácio Ferreyra frequenta as aulas com uma jaqueta azul bordada com um "puma", animal símbolo da seleção argentina de rugbi.
Há três anos ele trocou Córdoba por Ilha Bela, no litoral de São Paulo. Nesse tempo, tentou revalidar o diploma, sem sucesso. No meio tempo, passou a dar aulas de rugbi, esporte anglo-saxão pouco conhecido aqui mas que faz sucesso no lado argentino da fronteira.
"Eu vi no Mais Médicos a grande oportunidade para fazer o que eu sei, que é ser médico. Todo mundo agora tem a expecativa de conhecer logo o posto de saúde onde vai trabalhar", diz. Questionado sobre a possível falta de infraestrutura, ele desconversa.
"Até agora, tudo o que nos prometeram tem acontecido", diz, elogiando a infraestrutura do curso.
Ferreyra vai para uma comunidade de Bertioga e não nega que seja um "sortudo" por trabalhar na praia.
"Eu também já estou acostumado com os caiçaras. Tenho certeza de que poderei fazer muita coisa", diz, em bom português.
Experiência
Kátia Abrantes Miranda, 61 anos, tem uma neta com o nome "da grande Elis Regina". Ela diz que isso é mostra de sua estreita relação com o Brasil.Mas esta não é a primeira experiência internacional desta portuguesa nascida no antigo Congo Belga e que já clinicou em vários países, como Inglaterra e Holanda.
"Eu sempre quis viver no Brasil", conta, dizendo que era chamada de brasileira nos tempos da faculdade.
Kátia seguirá para Indaiatuba (SP) e diz que não nutre grandes expectativas. Sabe que a jornada será puxada e diz que está preparada.
"Pode ser que as tecnologias não sejam as mesmas, os protocolos não sejam os mesmos, mas gente doente e precisando de prevenção há por todo lado, é igual", diz.
Kátia se diz entusiasmada com a "oportunidade" e até o momento é só elogios ao programa, embora faça piada com o fato de ter lições de "português", parte integrande do curso preparatório aos estrangeiros.
A única grande crítica de Kátia e dos demais médicos é em relação ao episódio em que médicos brasileiros hostilizaram colegas cubanos durante treinamento em Fortaleza.
O projeto causou a ira das associações médicas em virtude da "importação" de profissionais e o episódio causou rebuliço nas redes sociais.
"Acho abominável", diz Kátia. "É uma grande falta de respeito". Mas a crítica logo se dissipa com mais elogios tecidos aos brasileiros.
sábado, 31 de agosto de 2013
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
SORVETE ALBINO
Lugar imperdível em Belém é o complexo de bares e restaurantes das docas, uma delícia. Vejam só o que encontrei numa sorveteria, paraíso com gelados de tudo quanto é fruta regional.
Pena que eu estivesse tão empanturrado de comida típica paraense; nem sobrou espaço pra saborear o sorvete de morango albino.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
ALBINO INCOERENTE NO IFPA
Segunda à noite, viajei a Belém para participar do Encontro de NAPNEs (Núcleo de Apoio à Pessoa com Necessidades Específicas) dos campi do Instituto Federal do Pará, o IFPA. Falei sobre educação inclusiva, albinismo, minha autobiografia Escolhi Ser Albino e da experiência e possibilidades da pessoa com deficiência.
O Encontro foi ótimo, especialmente porque travei contato com realidades bem diferentes, conheci pessoas muito interessantes, vi apresentação e depoimento em Libras, provei a deliciosa culinária paraense.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
TELINHA QUENTE 88

Roberto Rillo Bíscaro
O You Tube é fascinante. Quando se entende mais idiomas além do nosso, a coisa fica mais excitante. Na última semana, descobri coisas oitentistas interessantes.
Nunca esqueci dum telefilme visto no SBT, há mais de 2 décadas, sobre uma família que se vê presa em casa, onde a temperatura aumenta e uma gosma esverdeada ganha espaço. Tentam escapar do emparedamento, mas constatam que tudo na residência leva o logo da mesma corporação e que não possuem memória, vivem um presente eterno. Suspense que tem a dizer sobre comodificação e o estatuto da pós-modernidade, sem proselitismo. Uma das possibilidades aventadas pelo casal é uma guerra nuclear. Viu só, jovens de agora, como o holocausto atômico estava em nosso dia a dia oitentista?
Não é que achei sem estar procurando? E em português! O original chama-se Chlid's Play (nada a ver com o boneco Chucky) e é parte duma telessérie da Hammer, importante produtora de terror inglesa. A protagonista é Mary Crosby, a Kristin, de DALLAS, notória nos 80's por haver atirado em JR.
Em 1987, a Fox estreou sitcom estrelada por George C. Scott. Mr. President centrava-se no recém-eleito presidente estadunidense (Scott, claro) e seus problemas. Ao contrário de Married With Children, que estreou junto e virou clássico cult, Mr. President durou 2 temporadas e foi esquecida. Como George C. é um de meus heróis da telona, vibrei quando descobri 2 episódios da segunda temporada, em inglês, sem legendas.
Hoje, a emissora cortaria Mr. President antes do sétimo episódio (se tanto). A carreira cinematográfica do brigão Scott devia estar em baixa mesmo pra ele aceitar material tão sem graça. Um dos episódios, Language Barrier, é especialmente ofensivo. Recebendo o premier russo na Casa Branca - após os EUA terem feito algo errado! - o presidente aproveita que o líder soviético não fala inglês e insulta a ele e sua esposa. Imperialismo grosseiro.
Pra quem quiser reviver ou conhecer o clima de afronta cultural da Guerra Fria, eis o episódio.
O filé mignon deixei por último: telefilme com Anthony Hopkins, exibido pela CBS, em 1985. Guilty Conscience é suspense cheio de reviravoltas no roteiro, mas com jeitão de teatro filmado, porque quase toda a ação se passa em ambiente fechado.
Um advogado de sucesso bola planos mirabolantes pra assassinar a esposa e mentalmente se coloca em julgamento pra testar a validade dos argumentos, álibis etc. Hopkins dá seu show de costume, interpretando mais de um papel. O pequeno elenco todo está ótimo; Guilty Conscience é filme de ator. Destaque pras roubadas de cena de Swoosie Kurtz, mãe de Molly, da sitcom Mike & Molly
Em inglês, sem legendas.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
CAIXA DE MÚSICA 100

Um dos produtos de exportação mais bem sucedidos da
Argentina nos últimos anos tem sido o eletrotango. Depois da revolução de
Piazzola, veio a da moçada que incorporou beats
e blips à tradicional música argêntea.
Já resenhei álbum de tango eletrônico no blog, leia aqui.
Em 2008, a canção Pa’ Bailar, do Bajofondo foi
apresentada ao público brasileiro, via abertura da novela A Favorita. O grupo
lançou álbum novo em maio. Presente conta com orquestra em algumas faixas, além
dos sons elétricos e investe em um par de novas ideias, ampliando o escopo
musical do grupo.
O álbum inicia com a
languidez de Intro (que encerra Presente, rebatizda como Outro), que dá lugar
ao fustigar passional de orquestra e bandonión de Código de Barras. A canção chicoteia nossos ouvidos deliciosa e
aceleradamente sem dó, fazendo com que desejemos que Intro não tivesse
existido. Vontade de bailar direto pro deslumbre portenho de Código de Barras,
de longe minha favorita no CD. Cuidado de se for ouvir caminhando, você o risco
de sair tangueando por la calle!
Pide Piso estaciona o bailado evolutivo do Bajofondo.
Não que seja de todo mal, porque é deliciosa, mas a faixa soa como uma P’a
Bailar 2, a Vingança.
La Trufa y El Sifon carrega pesinho guitarreiro meio
heavy no tango com bandonión, mas que também tem electronica. Melhor se tivesse
uns segundos a menos; Presente ultrapassa bem mais d’uma hora, com momentos que
nada acrescentam, pois soam repetitivos. Defeito que o torna um álbum muito bom
e não maravilhoso. Os quase 3 minutos de chatice a capela de Oigo Voces, podiam
ter ficado como exercício vocal pro cantor, antes de entrar no palco.
Sorte que a faixa vem antes da enxurrada
dance-pop-rock-orquestral de Cuesta Arriba. Lluvia é uma lavada dance de
levantar plateias. Mas, entre as 2, a repetitividade de Rendezvous brocha a
relação.
Presente nos presenteia com
um punhado de bons momentos e a esfuziante Código de Barras. Só ela já valeria
o disco.domingo, 25 de agosto de 2013
SUPERANDO A "FEIURA"
Conheça
a história da jovem que viu sua foto num vídeo no You Tube, chamando-a de mulher mais feia do mundo e como está superando isso.
sábado, 24 de agosto de 2013
VISÃO HISTÓRICA DA DEFICIÊNCIA
Vídeo bastante interessante e nada cansativo sobre as percepções a respeito das pessoas com deficiência ao longo da História. As coisas sempre foram um bocado mais ambíguas do que o mostrado, mas serve bem como iniciador de discussões.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
HELSINKI
A capital da Finlândia é muito simpática, embora no verão, conforme nos disse o guia, as atividades culturais não ocorram tanto porque os residentes estão em férias. Há uma igreja construída literalmente numa rocha (fotos abaixo), em cujo porão a única escola de samba de Helsinki ensaia. Isso mesmo, eles têm uma GRES, chamada Império do Papagaio ou algo assim.
Helsinki é cheia de lojas de design, tem 2 ou 3 parques obrigatórios, é agradável de se passear, mas, pra mim, uma visita de 2,3 dias tá de bom tamanho.
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